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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mayra a Guerreira

A HISTORIA DE MAYRA REIS-

Meu nome é Mayra tenho 21 anos e com 16 anos descobri a RCUI, comecei a me tratar com remédios e mais remédios, mas nada adiantou. Aí que o médico disse que a última forma de tratamento seria a cirurgia... Tive coragem para encarar esse ano de 2011. Nesse período andei pesquisando e conversando pela internet com outras pessoas sobre esse assunto, com isso  fui me preparando psicológicamente, durante esse tempo usei o famoso corticóide(2 anos). Em fevereiro tive uma internação programada (isso foi bom pra mim), dia 21 fiz a primeira cirurgia, chamada Proctocolectomia Total, quando acordei, era o que eu imaginava, tudo bem, mas com 10 dias após comecei a não me sentir muito bem... avisei ao médico e ele me internou novamente. Exames mostraram uma grande infecção, mas não queriam abrir novamente e testaram aqueles chamados drenos, nesse período formou água no pulmão, no total 3 drenos e muito antibiótico em um mês e poucos dias... Foi aí que disseram que seria a ultima forma de limpar toda a inflamação  refazendo a cirurgia. 
Fiquei muito triste mas encarei novamente e em 4 de abril fiz a segunda cirurgia, quando acordei me vi super inchada, (porque eu estava desnutrida) nem conseguia me levantar da cama, mas a dor passou. Durante esse tempo minha mãe ficou ao meu lado e dormia numa cadeira de balanço, tive alta e hoje estou bem, me sinto muito segura com a bolsa na ileostomia.
Os médicos disseram que querem fazer a reconstituição, mas...
Nota: Acompanhei toda a historia desta moça, bem antes da cirurgia, quando ela ainda estava se informando sobre a vida de uma pessoa ostomizada, então reconheço na Mayra uma grande guerreira e exemplo de perseverança.
Mario Romero

quinta-feira, 14 de abril de 2011

CHOREI, SOFRI, MAS ESTOU VIVA E FELIZ Christiane Kaori Yamada, gemea da Claudia Yamada, escreveu o seu depoimento de vitima da polipose multiplo familiar, ileostomizada definitiva, com trinta anos de idade, formada em Nutrição, para quem pensa ver uma jovem triste e acabada se engana redondamente porque ela apresenta, sempre e sempre, um rosto feliz e de muita saude. A delicadeza dos seus gestos e da pronuncia é da propria educação japonesa que ela recebeu junto com a gemea Claudia e o irmão Marcio, antes os tres ostomizados. Hoje apenas ela, a Chris, continua ostomizada porque os medicos reverteram as ostomias dos seus dois irmãos, mas ela nao reclama e nem tampouco diz que foi má sorte. Ela se conforma e aceita a sua sorte alegre e feliz porque tem um namorado, a familia do namorado e a sua propria mãe, uma familia completa que a quer muito bem. A incerteza do futuro tolda um pouco os seus pensamentos porque nenhum medico consegue adivinhar como será o dia de amanhã se ela se casar e tiver filhos. Mas isso não desfaz o bem estar que sente e olha que ela acabou de sair de uma cirurgia super delicada que consistiu na retirada de um nodulo, mas que a biopsia acusou nada constar de negativo. Ela já está recuperada porque mais uma vez escapou (por pouco dizem os medicos) e ela mesma diz que Deus ajudou. A sua fé é inabalavel e quem tem fé não sofre como também não sofre aqueles que conseguem sorrir com a alma. O depoimento da Chris consta do JORNAL DA AOESP

ASSOCIAÇÃO RECEBE EQUIPAMENTOS DE TECNOLOGIA

A Associação dos Ostomizados de Marília e Região recebeu hoje dia 20 de Agosto de 2018, um notebook última geração, acompanhada de uma imp...